Texto que é texto, que é meu e não apenas meu, que pra ser texto tem que ser lido.
Porque texto não lido não pode ser compreendido, e texto que não é compreendido não vale nada.
Há de se entender o complexo de inferioridade que todos nós que escrevemos temos.
Queremos passar nossa mensagem da melhor maneira possível. Conteúdo e forma associados em uma vibração perfeita em sua imperfeição.
Não é nojo, não é arrogância. Apenas medo e desejo. Medo de não ser amado e compreendido. Desejo de ter as palavras devoradas pelo leitor querido.
Entretanto, texto que é texto tem que ser fiel a si mesmo. Texto que é texto não é escravo de seu público. Texto que é texto come seu povo a sua maneira. Texto que é texto é. Por ser.